quinta-feira, 18 de julho de 2013

A Bíblia como Literatura Fantástica

por Eduardo Galvão


“Eu penso em seis coisas impossíveis antes do café da manhã: uma poção que pode encolher, um bolo que faz crescer, animais que podem falar, gatos que podem desaparecer, um lugar chamado país das maravilhas e vencer monstros”. (Alice no País das Maravilhas)

A Bíblia como Literatura Fantástica
Histórias fantásticas como Alice no País das Maravilhas, O Mágico de Oz e tanto outros, são uma riqueza de imaginação para a mente das crianças. Nesses contos, que dão contribuições até mesmo para os debates na Psicologia, podemos observar a materialização de todas as coisas das quais um dia imaginamos ser possíveis.

§1. Introdução


Em muitos contos infantis, encontramos inúmeras histórias de reis, princesas, bem como animais sendo personagens importantes, alguns até mesmo com papel de protagonista na história. Os animais aparecem na mitologia em muitas funções, sejam eles tutores, mensageiros, enganadores, monstros e divindades.[1] Para citar apenas alguns exemplos, temos Cérbero, o cão de três cabeças que guarda a entrada para o submundo na mitologia grega e romana (COLEMAN, 2007, p. 729), um coiote enganador em mitos nativos americanos (Ibidem, 2007, p. 92), e na mitologia egípcia, Bastet, a deusa gato (PINCH, 2002, p. 115) e Hórus, o deus falcão.

Essa tendência passou a ser empregada pelos contadores de histórias posteriores, sendo algo bastante recorrente. Acadêmicos literários e escritores passaram a usar esses recursos ao criar suas histórias, bem como outros recursos, o que resultou no que conhecemos hoje por Literatura Fantástica. O que seria isso?

§2. Literatura Fantástica


A Literatura Fantástica é um gênero literário que é caracterizado por traços que fogem a nossa realidade e lógica. (STABLEFORD, 2005, p.35) Lendas, histórias, mitos que falam de mortos-vivos, monstros, eventos que contrariam as leis físicas, animais falantes e coisas desse tipo, todas se enquadram na literatura fantástica. (TODOROV, 1968, p. 31) Essas características podem ser vistas não apenas em livros, mas também no cinema, como observei no início do artigo. Ainda sobre suas característica e definição, lemos:

Mortos andando entre os vivos, monstros das mais variadas formas, árvores, pedras e animais que falam etc., são uns dos eventos que não pertencem à nossa realidade. Nossa lógica não entende e não aceita tais fatos. Tzvetan Todorov cita em seu livro “Introdução à Literatura Fantástica”, que dentro da nossa realidade regida por leis, ocorrências que não podem ser explicadas por essas leis incidem na incerteza de ser real ou imaginário. [2]

Veremos, a seguir, que todas as características que definem a literatura fantástica estão presentes na literatura bíblica canônica.

§3. Os Animais Falantes da Bíblia


Quando observamos o uso dos recursos mitológicos na literatura fantástica, seria impossível não correlacionar isso com a Bíblia.

Sempre achei por demais estranho o relato de Gênesis 3:1-5, onde a serpente edênica conversa com Eva, pois os traços literários são pura e claramente mitológicos. (BARTON, 2001, p. 44) Mas, uma vez que cria de forma supersticiosa na inspiração plenária das Escrituras e na sua origem divina, pensava que deveria ter uma explicação para esse fato. Vamos recapitular esse trecho bíblico?

Ora, a serpente era mais astuta que todos animais do campo que Yahweh Deus tinha feito. E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim? E disse a mulher à serpente: Do fruto das árvores do jardim comeremos, mas, do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis, para que não morrais. Então, a serpente disse à mulher: Certamente não morrereis. Porque Deus sabe que, no dia em que dele comerdes, se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal.

Dito de forma simples, temos aqui o relato fantástico de um diálogo aberto entre Eva e uma serpente. Ora, depois de criada da costela de Adão (Gn. 2:21-23), Eva teve tempo o suficiente para conhecer a criação de Yahweh, incluindo os animais, através de seu marido (Gn. 2.19), o suficiente para saber que animais não falam.[3] No entanto, ela não estranha o fato dessa serpente falar. Interessante que, até no livro Alice no País das Maravilhas, um dos livros mais classificados na literatura fantástica, se registra a estranheza de Alice ao ver um gato sorrindo e animais falando. Ela diz: “Eu não sabia que gatos de Cheshire sempre sorriam; na verdade, eu não sabia que gatos podiam sorrir.” [4] No capítulo II do livro Alice Através do Espelho e O Que Ela Encontrou Por Lá, encontramos mais um exemplo de animais falantes:

“Ó Lírio-tigre” chamou Alice, dirigindo-se a um que ondulava graciosamente ao vento, “gostaria que pudesse falar!”, “Pois podemos”, falou o Lírio-tigre “quando há alguém com quem valha a pena conversar.” [5]

O mesmo podemos ver no clássico da literatura fantástica, O Mundo de Oz. Ao chegar nessa terra encantada, Oz observa que os animais podem falar, o que lhe assusta bastante. Disso, lemos:

“Eu sei que na Terra de Oz animais podem falar a nossa língua, e assim como podem os pássaros e insetos e peixes, mas em meus ouvidos, soam apenas como rosnados, silvos e coaxos.”[6]

“Em Oz, onde todos os animais e pássaros podem falar, muitos peixes são capazes de falar também, mas geralmente eles são mais estúpidos do que os pássaros e os animais, porque eles pensam de forma lenta e não tem muito o que falar” [7]

A não-estranheza de Eva só pode ser encontrada em paralelo no livro Pequeno Príncipe. Quando o pequenino se encontra no deserto da África, uma serpente vem falar com ele, uma alusão clara ao relato de Gênesis. Nesse diálogo, observamos claramente isso:

O príncipezinho, uma vez na Terra, ficou, pois muito surpreso de não ver ninguém. Já receara ter se enganado de planeta, quando um anel cor de lua remexeu na areia.
- Boa noite, disse o príncipezinho, inteiramente ao acaso.
- Boa noite, disse a serpente.
- Em que planeta me encontro ? Perguntou o príncipezinho.
- Na Terra, na África, respondeu a serpente.
- Ah!... E não há ninguém na Terra ?
- Aqui é o deserto. Não há ninguém nos desertos. A Terra é grande, disse a serpente.

O príncipezinho sentou-se numa pedra e ergueu os olhos para o céu :
- As estrelas são todas iluminadas... Não será para que cada um possa um dia encontrar a sua ?
Olha o meu planeta: está justamente em cima de nós... Mas como está longe !
- Teu planeta é belo, disse a serpente. Que vens fazer aqui ?
- Tive dificuldades com uma flor, disse o príncipe.
- Ah ! Exclamou a serpente.

E se calaram.
- Onde estão os homens ? Repetiu enfim o príncipezinho. A gente está um pouco só no deserto.
- Entre os homens também, disse a serpente.

O príncipezinho olhou-a longamente.
- Tu és um bichinho engraçado, disse ele, fino como um dedo...
- Mas sou mais poderosa do que o dedo de um rei, disse a serpente.

O príncipezinho sorriu.
- Tu não és tão poderosa assim... Não tens sequer umas patas... Não podes sequer viajar...
- Eu posso levar-te mais longe que um navio, disse a serpente.

Ela enrolou-se na perninha do príncipe, como um bracelete de ouro :
- Aquele que eu toco, eu o devolvo à terra de onde veio, continuou a serpente. Mas tu és puro.

Tu vens de uma estrela...

O príncipezinho não respondeu.
- Tenho pena de ti, tão fraco, nessa Terra de granito. Posso ajudar-te um dia, se tiveres muita saudade do teu planeta. Posso...
- Oh ! Eu compreendi muito bem, disse o príncipezinho. Mas por que falas sempre por enigmas !
- Eu os resolvo todos, disse a serpente.

E calaram-se os dois. [8]

Um outro caso interessante de animais falantes na Bíblia é o da jumenta de Balaão. O relato encontra-se em Números 22:23-30, onde lemos:

Viu, pois, a jumenta o Anjo de Yahweh que estava no caminho, com a sua espada desembainhada na mão; pelo que desviou-se a jumenta do caminho e foi-se pelo campo; então, Balaão espancou a jumenta para fazê-la tornar ao caminho. Mas o Anjo de Yahweh pôs-se numa vereda de vinhas, havendo uma parede desta banda e uma parede da outra. Vendo, pois, a jumenta o Anjo de Yahweh, apertou-se contra a parede e apertou contra a parede o pé de Balaão; pelo que tornou a espancá-la. Então, o Anjo de Yahweh passou mais adiante e pôs-se num lugar estreito, onde não havia caminho para se desviar nem para a direita nem para a esquerda. E, vendo a jumenta o Anjo de Yahweh, deitou-se debaixo de Balaão; e a ira de Balaão acendeu-se, e espancou a jumenta com o bordão. Então, Yahweh abriu a boca da jumenta, a qual disse a Balaão: Que te fiz eu, que me espancaste estas três vezes? E Balaão disse à jumenta: Porque zombaste de mim; tomara que tivera eu uma espada na mão, porque agora te mataria. E a jumenta disse a Balaão: Porventura, não sou a tua jumenta, em que cavalgaste desde o tempo que eu fui tua até hoje? Costumei eu alguma vez fazer assim contigo? E ele respondeu: Não.

No relato acima, vemos mais um animal falante na Bíblia e observamos também a mesma não-estranheza do personagem bíblico ante tal acontecimento. Isso ocorre porque o mundo criado nesse relato é um mundo onde coisas desse tipo acontecem, como se fizessem parte do costumeiro.

§4. Racionalização do Mito


Obviamente que histórias onde animais falam não são levadas em conta. Além disso, os judeus tinham um tipo de interpretação chamada Midrash, que extraía o sentido espiritual do texto. (PITTA, 1993, p. 491) Assim, durante o período mais produtivo da literária judaica, tanto exílica como pós-exílica, sua teologia encontrava-se em pleno desenvolvimento. Foram nesses textos em que primeiro encontramos a interpretação racionalizada da Serpente. Sauer (1972) diz: “A Sabedoria de Salomão deve ser lembrada pelo fato de que foi a primeira tradição a identificar a serpente de Gen. 3 com o diabo.”[9] No Livro de Sabedoria 2:24, encontramos o primeiro registro sobre a identidade da serpente edênica: “Foi por inveja do diabo que a morte entrou no mundo. [O autor interpreta aqui Gn 3 (cf. Jo 8:44; Jo 3:8; Ap 12:9; 20:2)]”.[10] Essa doutrina se desenvolveu plenamente na composição dos pseudepígrafos, em especial o Apocalipse de Moisés, onde encontramos expressões tais como: “E o diabo falou à serpente,...” (11:1), “o diabo respondeu através da boca da serpente...” (12:4).

Uma vez que serpentes não falam, foi necessário aos Judeus acharem uma adaptação, em outras palavras, alguém, ou alguma coisa, fez a cobra falar. Apesar dessa tentativa exegética de colocar uma entidade inteligente por trás do animal e assim fazê-lo falar, na tentativa de esconder o traço mitológico, o ato exegético não foi bem sucedido. No Apocalipse de Moisés 16:1-5, vemos a seguinte conversa:

E o diabo falou à serpente, dizendo: “Levanta-te, vem para mim e eu te direi uma palavra, em que tu possas ter lucro”. Então ela se levantou e aproximou-se dele. E o diabo disse-lhe: “Ouvi dizer que és mais sábia do que todos os animais, e eu vim para te aconselhar. Por que tu comes do joio de Adão e não do paraíso? Levanta-te e vamos levá-lo a ser expulso do paraíso, mesmo que sejamos expulsos por ele.” A serpente disse-lhe: “Eu temo que o Senhor fique irado comigo.” O diabo diz-lhe: “Não temas, apenas ser meu vaso e vou falar através de tua boca palavras para enganá-lo.”[11]

O diálogo acima entre a serpente e o diabo prova que os judeus entendiam, a priori, que a serpente falava independentemente da influência da entidade inteligente, o que prova decididamente a fonte mitológica fantástica dos animais falantes. Posteriormente, a interpretação judaico-critã tardia eliminou essa característica.

A interpretação judaica correlacionando o anjo rebelde com a serpente seria uma exegese óbvia. Tendo em vista que, no mito genesiano, a serpente engana Eva, fazendo-a contrariar as ordem divinas de Yahweh, essa serpente só poderia ser nenhum outro, a não ser alguma divindade maligna em oposição à Deus, ou seja, o diabo. Essa interpretação já estava espraiada no período literário do Novo Testamento, pois lemos que João, o Batizador, chamou os fariseus e os saduceus de “descendência de víboras”. (Confira: Mt 3:7; Lu 3:7), e em Apocalipse 2:20 lemos sobre “o dragão, a antiga serpente, que é o diabo e Satanás,...”.

Depois de séculos de interpretação, agora sim, o mito genesiano foi racionalizado. Aquela serpente falava porque era uma entidade sobrenatural falando através de zoomorfia. Foi dessa forma que o relato mitológico-fantástico de Gênesis ganhou “credibilidade”, uma vez que ele foi revestido de uma interpretação “racionalizada”.

§5. A Bíblia como Literatura Fantástica


Creio que, de todos os livros, a Bíblia possui uma profunda diegese fantástica. Todas as características desse gênero literário podem ser vistas nos relatos bíblicos. Animais com várias cabeças, monstros, dragões, seres alados, unicórnios, contrariedades das leis naturais, como os casos dos milagres, e, como visto acima, animais que falam. Ver a Bíblia dessa forma é difícil, principalmente quando ainda estamos usando lentes da fé religiosa. É incrível o fato de lermos o diálogo entre o Pequeno Príncipe com a Serpente Sofista e descarta-lo como um mero conto, mas lermos o diálogo entre Eva e a Serpente e considera-lo histórico.

Animais não falam. Deus ou os deuses, se forem factuais, não precisam de animais para se comunicar com humanos. O que temos na Bíblia são resquícios de lendas e mitos do antigo Oriente Médio interpretados à luz da teologia judaico-cristã e racionalizados por eruditos fundamentalistas modernos.


Estudos que Podem lhe Interessar:

Cf. Nascimento Milagroso de Buda e Jesus
Cf. Jesus e Osíris em Relação aos Deuses
Cf. Jesus Cristo como Mito Judaico
Cf. Cristianismo e os Mitos: Apenas Coincidência?

_________________

NOTAS

[1] Animals in Mythology., acessado em 17/07/2013.
[2] Literatura Fantástica, acessado em 17/07/2013.
[3] As Testemunhas de Jeová costumam argumentar que Eva não estranhou o fato da serpente falar porque ela ainda estava conhecendo a criação animal no jardim do Éden e, portanto, tudo seria novo, inclusive um animal que pudesse falar. Contra isso, podemos apontar claramente para Números 22:23-30, pois nesse texto se registra uma história já bem posterior, tempo em que a humanidade já teria o conhecimento pleno de que animais não falam e, mesmos assim, Balaão não demonstra qualquer estranheza ao ver sua jumenta abrir a boca e falar.
[4] Alice no País das Maravilhas, Capítulo VI, acessado em 17/07/2013.
[5] Cap. 2 - O Jardim das Flores Vivas, acessado em 17/07/2013.
[6] The Lost Princess of Oz, acessado em 17/07/2013.
[7] Glinda of Oz: Capítulo XII, acessado em 17/07/2013.
[8] Pequeno Príncipe: Capítulo XVII
[9] Concordia Theological Monthly p. 43.
[10] Bíblia de Jerusalém.
[11] Apocalypse of Moses: Chapter XVI., acessado em 17/07/2013.


Bibliografia

TODOROV, Tzvetan. Introdução à Literatura Fantástica. São Paulo. Perspectiva. 1992.
ACHTEMEIER, Paul J., BORAAS, Roger S. [et al.]. The HarperCollins Bible Dictionary. Nova Iorque. HarperCollins Publishers Inc.. 1996.
CHANPLIM. R.Norman. Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia. São Paulo. Hagnos. 2005.
COLEMAN. J.A. The Dictionary of Mythology: An A-Z of Themes, Legends and Heros. London. Arcturus. 2007.
PFEIFFER, Charles F., HARRISON, Everett F. Comentário Bíblico Moody, AT e NT. Editora Batista Regular. São Paulo. 2010.
PACOMIO, Luciano. MANCUSO, Vito. et al. Dicionário Teológico Enciclopédico. São Paulo. Edições Loyola. 1993
FREEDMAN. David Noel. The Anchor Bible Dictionary. Nova Iorque. Volume II. Doubleday. 1992.
BARTON, John. MUDDIMAN, John. The Oxford Bible Commentary. Nova Iorque. Oxford University. 2001.
STABLEFORD. Brian. Historical Dictionary of Fantasy Literature. Toronto. The Scarecrow Press. 2005

10 comentários:

  1. Fantástico, Eduardo! Minha parte preferida nesse blog é a comparação mitológica pura e simples, vendo a bíblia como um livro fantástico de ensinamentos morais em sua maior parte (assim como nos livros de contos fantásticos de la fontaine). Mas na bíblia vemos mais fortemente influência mitológicas dos povos antigos, é uma literatura que se faz crer realidade. Espero que os espaços para "artigos" assim sejam ampliados, juntamente com sua investigação teológica e histórica da bíblia (a qual me convém mais a parte histórica) e suas influência recebidas em cada época.

    Penso que a bíblia como livro fantástico/histórico não desautoriza nenhuma ideia de deus que esteja fora de seus conceitos, ou a existência do mesmo, o problema desde sempre é que livros dogmáticos monopolizaram por muito tempo a construção da nossa realidade baseando-a em seus conceitos metafóricos/morais. Acredito que precisamos aprender a construir nossos próprios conceitos, desvinculados de verdades que não passem pelo crivo de nossa razão. Acho que a verdadeira liberdade de crenças só vai chegar depois desse momento.

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  2. Ah! Eduardo, lendo um review de um jogo, e o pouco conhecimento que tenho de mitologia, você poderia falar da inclusão na biblía de deus de outras mitologias absorvidos como demônios e anjos caídos? Como astaroth, se não me engano, deusa da fertilidade fenícia, que foi transformada por deus em um ser metade humano, metade serpente. Seria um artigo e tanto.

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  3. Texto super interessante, leve e "gostoso" de se ler.
    Leandro

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  4. Excelente artigo - Claro, conciso e bem fundamentado.

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  5. Meu Deus! Mas essa bibliografia teológica está muito defasada!!! Melhore isso!

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    1. Massa, não tem argumentos ai ataca a bibliografia... vocês são umas comédias!

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    2. Além disso, essas obras são atuais e respeitadas mundialmente... e você trouxe o quê?

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    3. Isso é um troll, Eduardo.
      Leandro

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  6. Olá Eduardo.

    Desculpe minha ignorância, mas ando cheia de dúvidas e inquietações no que se refere à religião. Acredito que para Deus o que se é levado em conta é seu caráter e suas atitudes no decorrer da vida. Acho que Deus não leva tao em conta o numero de horas que você leva em campo.

    Em que você realmente acredita? Sua busca à Deus se dá através de pesquisas? Ou você não acredita nele mais? Você não sente necessidade de procurar a religião em nenhum outro lugar? Desculpe pelas perguntas, mas ando inquieta no que se refere à religião.

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    1. Olá,

      Poderá me enviar um email para ed.galvao.junior@gmail.com e dai podemos conversar melhor sobre suas dúvidas.

      Aguardo seu email!

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