sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Posted by Eduardo G. Junior In , | 10 comments
Esse texto é parte de um estudo mais longo e complementar. Caso você tenha chegado nesse blog diretamente por essa postagem, queira ver o contexto desse estudo em A Ressurreição — Uma Doutrina Central
 

Passamos agora para uma interessante inconsistência do relato da Ressurreição. Não se trata de uma contradição propriamente dita, mas de uma grande evidência de que um dos relatos da visita ao túmulo é pura criação ficcional. Como bem sabemos, e já repetimos aqui em outras postagens, o relato mais antigo que temos dos Evangelhos canônicos é o de Marcos. Nesse sentido, pedimos que observe esse quadro comparativo dos quatro Evangelhos, e veja como o Evangelho de Mateus é um embelezamento espiritual de um evento natural. Observe como o relato de Marcos, por outro lado, é curto e com menos enfeites, representando a versão original das mulheres ao chegarem ao túmulo.

Mateus 28:1-6
Marcos 16:3-5
Lucas 24:1-4
João 20:1-3
...Depois do sábado, quando estava ficando claro, no primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro. 2 E eis que tinha havido um grande terremoto; pois o anjo de Jeová descera do céu, e, aproximando-se, rolara a pedra [da frente] e estava sentado sobre ela. 3 Sua aparência exterior era como relâmpago e seu vestuário era branco como a neve. 4 Sim, os vigias tremeram de temor dele e ficaram como que mortos. 5 Mas o anjo disse em resposta às mulheres: “Não sejais temerosas, pois eu sei que estais procurando a Jesus, que foi pregado numa cruz. 6 Ele não está aqui, pois foi levantado, assim como disse. Vinde, vede o lugar onde estava deitado. . .
 
Passado então o sábado, Maria Madalena e Maria, a mãe de Tiago, e Salomé, compraram aromas, a fim de virem e o untarem. 2 E bem cedo, no primeiro dia da semana, chegaram ao túmulo memorial depois de se levantar o sol. 3E diziam uma à outra: “Quem nos rolará a pedra [da frente] da porta do túmulo memorial?” 4 Mas, ao olharem para cima, observaram que a pedra, embora muito grande, tinha sido rolada [da frente]. 5 Quando entraram no túmulo memorial, viram um jovem sentado à direita, trajado duma comprida veste branca, e elas ficaram atônitas.
No primeiro dia da semana, porém, foram muito cedo ao túmulo, levando os aromas que tinham preparado. 2 Mas, acharam a pedra rolada [da frente] do túmulo memorial, 3 e, quando entraram, não acharam o corpo do Senhor Jesus. 4 Enquanto estavam perplexas sobre isso, eis que pararam ao lado delas dois homens em vestuário reluzente
. . .No primeiro dia da semana, Maria Madalena veio cedo ao túmulo memorial, enquanto ainda estava escuro, e observou a pedra já retirada do túmulo memorial. 2 Ela correu, portanto, e veio a Simão Pedro e ao outro discípulo, por quem Jesus tinha afeição, e disse-lhes: “Retiraram o Senhor do túmulo memorial, e não sabemos onde o deitaram.” 3 Pedro e o outro discípulo saíram então e partiram para o túmulo memorial.
 

Com base nesses textos, iremos comentar o relato do Evangelho de Marcos, paragonando-o com os demais Evangelhos para mostrar as invenções ficcionais e discrepâncias contidas nessas passagens.

Assim nos diz Marcos 16:1-5, que destacamos em vermelho, e dentro dos cochetes comparamos o texto com os demais Evangelhos, juntamente com comentários pertinentes.

Passado então o sábado, [“Depois do sábado” (Mt. 28.1) “No primeiro dia da semana” (Lucas 24.1) “No primeiro dia da semana” (Jo. 20.1)] Maria Madalena e Maria, a mãe de Tiago, e Salomé [“Maria Madalena e a outra Maria” (Mt. 28.1, apenas duas pessoas; Salomé não estava), “Maria Madalena” (João 20:1, apenas uma pessoa.), “Mas as mulheres, que tinham vindo com ele desde a Galiléia.” (Lucas 23:55, quem eram essas mulheres? Sendo plural, isso apóia Marcos e Mateus, mas contradiz João, que menciona apenas uma. Diferente desses Evangelhos, Lucas não as identifica)], compraram aromas, a fim de virem e o untarem. E bem cedo, no primeiro dia da semana, chegaram ao túmulo memorial depois de se levantar o sol. E diziam uma à outra: “Quem nos rolará a pedra [da frente] da porta do túmulo memorial?” [Em nenhum dos outros Evangelhos essa dúvida é citada. ] Mas, ao olharem para cima, observaram que a pedra, embora muito grande, tinha sido rolada [da frente]. [“Mas, acharam a pedra rolada [da frente] do túmulo memorial...” (Lucas 24.2) “e observou a pedra já retirada do túmulo memorial” (João 20.1) No Evangelho de Mateus não se encontra mais a dúvida da mulher, pelo contrário, já encontramos a explicação de como a pedra foi removida: “E eis que tinha havido um grande terremoto; pois o anjo do Senhor descera do céu, e, aproximando-se, rolara a pedra [da frente] e estava sentado sobre ela.” (Mt. 28.2) No texto de Marcos, Lucas e João, as mulheres encontram a pedra removida e somente isso. Não há explicação sobrenatural, não há anjo, não há terremoto. Elas apenas chegam e se deparam com o sepulcro aberto. Nisso, podemos concluir que o relato de Mateus foi embelezado de forma mítica para sustentar o conceito metafísico, para dar uma explicação sobrenatural, própria de lendas.] Quando entraram no túmulo memorial, viram um jovem sentado à direita, trajado duma comprida veste branca, e elas ficaram atônitas. [“. . .Enquanto estavam perplexas sobre isso, eis que pararam ao lado delas dois homens em vestuário reluzente. . .” (Lc. 24.4) No caso de Lucas e João, eram dois anjos e estavam dentro do sepulcro. “Mas o anjo disse em resposta às mulheres: “Não sejais temerosas, pois eu sei que estais procurando a Jesus, que foi pregado numa estaca.” (Mt. 28.5) Em Mateus, aparece apenas um anjo e este está fora do sepulcro; no de Marcos apenas um anjo e dentro do sepulcro. No Evangelho de João, os anjos não aparecem nesse momento. Posteriormente, quando Maria Madalena volta com Pedro e este vai embora, é que os anjos aparecem para Maria.]

Não era preciso nenhum ser espiritual para remover a pedra da entrado do túmulo, tanto quanto não foi necessário nenhum para fechá-lo quando colocaram o corpo de Jesus nele. À princípio, a pedra removida era apenas um detalhe simples que deixou a(s) mulher(es) atordoadas, não pelo fato da pedra, em si, ter sido removida, mas pelo que isso poderia significar, isto é, que alguém violou o túmulo onde o Messias havia sido sepultado. Essa era a mesma reação que alguém hoje tería se, ao visitar o sepulcro de um ente querido, o encontrasse aberto.

Nessa segunda análise das discrepâncias dos relatos evangelísticos da Ressurreição, observamos as várias diferenças encontradas nos primeiros versículos que tratam da chegada ao túmulo. Eram quantos os anjos, dois, ou apenas um? Eles estavam dentro do túmulo, ou fora? Quantas mulheres foram ao túmulo, uma, duas, três ou várias? O túmulo estava aberto sem qualquer explicação para as mulheres, ou houve mesmo um terremoto com um anjo dos céus descendo e se sentando em cima da pedra? Meu caro leitor(a), tudo vai depender do Evangelho que você estiver lendo!


10 comentários:

  1. Contradição?
    Um evangelho fala que elas COMPRARAM os aromas e outro fala que elas os PREPARARAM.
    Eles se contradizem? Claro que não! Eles se completam. "ELAS COMPRARAM OS AROMAS E OS PREPARARAM".
    Contradição?
    Um evangelho fala de UM ANJO e outro fala que DOIS ANJOS.
    Eles se contradizem? Claro que não! Eles se completam. HAVIA/HOUVE UM ANJO SENTADO NA PEDRA E OUTROS NO INTERIOR DO SEPULCRO (Talvez o mesmo que estava na pedra entrou, aí já seriam TRÊS ANJOS; ou não entrou...).
    Contradição?
    Um evangelho fala que era ESCURO e outro fala que era CLARO.
    Eles se contradizem? Claro que não! Eles se completam. ELAS SAÍRAM CEDO, QUANDO ESCURO, MAS FICANDO CLARO; E CHEGARAM AO NASCER DO SOL.
    Basta ler na sequência correta!
    Contradição?
    Só por que um não fala do terremoto não significa que não ouve o terremoto que o outro falou. Ele apenas omitiu o fato!
    Clóvis, Cariacica, ES.

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    1. Você disse:

      Contradição?
      Um evangelho fala que elas COMPRARAM os aromas e outro fala que elas os PREPARARAM. Eles se contradizem? Claro que não! Eles se completam. "ELAS COMPRARAM OS AROMAS E OS PREPARARAM".

      Eu te digo:

      Releia a postagem, porque não há uma única linha onde eu digo que haja contradição sobre os AROMAS. Então, não precisarei nem defender isso.

      Você disse:

      Contradição?

      Um evangelho fala de UM ANJO e outro fala que DOIS ANJOS.
      Eles se contradizem? Claro que não! Eles se completam. HAVIA/HOUVE UM ANJO SENTADO NA PEDRA E OUTROS NO INTERIOR DO SEPULCRO (Talvez o mesmo que estava na pedra entrou, aí já seriam TRÊS ANJOS; ou não entrou...).

      Eu te digo:

      Já expliquei isso no outro comentário então, vai cair na semântica. Você cristãos dizem: "talvez o mesmo anjo, talvez isso talvez aquilo...", em outras palavras, a forma que vocês tem de harmoniar os relatos é apelando para o TALVEZ, a dedução, a hipótese e a imaginação. Nós usamos apenas o que os textos dizem, além do mais, se você for um cristão que estuda bem a teologia, vai saber que os Evangelhos repetem a história porque todos eles foram cópias de um Evangelho primtivo, chamado Q, ou mesmo do primeiro Evangelho, Marcos. E as histórias terminaram por ter diferenças porque "quem conta um conto aumenta um ponto."

      Além disso tudo, por dizer que talvez existisse ali 3 anjos, você já está criando seu próprio Evangelho. Daqui a pouco vai ter uma hoste inteira de anjos no sepulcro de Jesus.

      Você disse:

      Um evangelho fala que era ESCURO e outro fala que era CLARO.
      Eles se contradizem? Claro que não! Eles se completam. ELAS SAÍRAM CEDO, QUANDO ESCURO, MAS FICANDO CLARO; E CHEGARAM AO NASCER DO SOL.

      Eu te digo:

      Expliquei já isso no outro comentário.

      Você disse:

      Só por que um não fala do terremoto não significa que não ouve o terremoto que o outro falou. Ele apenas omitiu o fato!

      Eu te digo:

      Essa é sua teoria a minha é de que foi invenção, até porque nem eu nem você estávamos lá. Você acredita que aconteceu isso porque você é cristão, nasceu em país cristão. Eu, apesar de ter acreditado por muitos anos nisso, analisando os textos sem qualquer conceitos pré-estabelecido de que o que eu lia era verdade inquestionável, cheguei a conclusão de que é fábula e lenda e os argumentos estão nas postagens.

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  2. Palavras suas: "... Você acredita que aconteceu isso porque você é cristão, nasceu em país cristão..."
    Se você, que é "estudioso" da gramática, observar meu argumento; verá que eu não estou dizendo "que creio" ou "não creio"; apenas disse que, "nessa fábula" (como você diz), não há contradição; elas se completam...
    É fato que se um diz que houve “terremoto/2 anjos” e outro “omite/1 anjo”, isso não é prova de contradição, na "fábula"; APENAS MOSTRA UMA OMISSÃO DE INFORMAÇÃO.
    Acusar a “fábula” de contradição baseado na omissão de informação, é um erro. O fato dum escritor não querer publicar uma ideia não o torna contraditório.
    Clóvis, Cariacica, ES.

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    1. Algumas vezes, quando falamos dos relatos da Bíblia, usamos o termo contradição de uma forma mais ampla que o usual.

      Os primeiros relatos sobre a Ressurreição não fala do anjo, nem de terremoto, nem de mais nada. Apenas a pedra estava rolada. De um Evangelho posterior vem com a ideia de que a pedra foi rolada porque um anjo blá blá blá, por mais que isso não seja uma contradição em si, como usualmente empregamos o vocábulo, isso é UM ACRESCIMO lendário.

      Não sei se você costuma ler outras coisas além da Bíblia. Mas os mitos nascem assim. No início, as pessoas diziam que viram algo e depois os poetas embelezavam o relato ACRESCENTANDO informações apenas para embelezar a lenda.

      O rei Arthur lutou e conquistou uma cidade. Que graça tem isso? Dai, os poetas acrescentam que enquanto ele lutava viram a mão de Deus o protegendo, e na vitória observaram anjos com suas harpas cantando em sua vitória.

      Será que isso aconteceu mesmo? Será que é apenas uma informação complementar? Ou tá na cara que é uma fábula? que para tornar a história mais interessante os poetas acrescentaram fatores metafísicos para tornar a história mais interessante?

      O mesmo aconteceu com o Evangelho de Mateus. A pedra tinha sido rolada. Era só isso! Mas que coisa sem graça, a final, quem rolou? Ah! já sei, um anjo desceu do céu, houve um terremoto, blá blá blá.

      Essa é uma análise literária e histórica. Mas se você prefere aceitar de forma inquestionável e religiosa, fique à vontade!

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  3. Releia a postagem, porque não há uma única linha onde eu diga que “você deva se defender” do fato de um evangelho falar de “fazer” e outro de “comprar” aromas. Eu só fiz um TEXTO PARALELO. DA MESMA FORMA QUE SE COMPLETA A QUESTÃO DO AROMA, SE COMPLETA A QUESTÃO DOS ANJOS, MULHERES... O que eu disse é que a “Fábula” se completa/encaixa.

    Eu não disse que havia 3 anjos, da mesma forma que não disse que havia 2 anjos. O que falei é que NÃO HÁ COMO SABER SE O ANJO QUE ESTAVA SENTADO NA PEDRA ENTROU NO TULMULO (leia o relato onde havia 2 (UM SENTADO AOS PÉS E OUTRO NA CABECEIRA) e 1 na “porta” (pedra) ). ENTÃO NÃO HÁ COMO SABER SE FORAM 2 OU 3.

    Eu disse que o fato de um evangelho falar dum acontecimento; e outro não falar, não é prova de “CONTRADIÇÃO”, mas de “OMISSÃO”.
    Palavras suas: “-Essa é sua teoria a minha é de que foi invenção...”
    Então, segundo suas palavras, sua conclusão está errada sobre a “Fábula”, VOCÊ DEVIRIA DIZER: ELA OMITE OU INVENTA FATOS (SEU PENSAMENTO), MAS NÃO dizer que SE CONTRADIZ.

    Clóvis, Cariacica, ES.

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    1. Contradição é uma omissão que liga dois pontos divergentes.

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  4. VocÊ diz: "... por mais que isso não seja uma contradição em si, como usualmente empregamos o vocábulo, isso é UM ACRESCIMO lendário"
    Agora concordo com vocÊ mais que 100, concordo 1.000.000.000.000.000.000 por cento.
    “Não é contradição! É ACRÉSCIMO LENDÁRIO (sua visão).”
    “Não é contradição! É ACRÉSCIMO LENDÁRIO (sua visão).”
    “Não é contradição! É ACRÉSCIMO LENDÁRIO (sua visão).”

    Clóvis, Cariacica, ES.

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    1. Não seja hipócrita, pois você não concorda comigo! Você apenas concorda que é um ACRÉSCIMO, mas não concorda que seja uma LENDA. E agora sim, você está em contradição.

      No exemplo do rei Arthur, eu mostrei que o acréscimo TORNA O RELATO uma lenda. Então, da mesma forma, você concorda que o ACRÉSCIMO no Evangelho de Mateus, torna o anjo, o terremoto e todo aquele bla bla bla uma lenda também? Não, você não concorda que seja, embora não tenham diferença alguma da lenda do rei Arthur! Você acredita em um e rejeita o outro, embora ambos sejam a mesma coisa e tenham a mesma natureza lendária encontrada na literatura.

      Você não consegue ver isso porque tenho absoluta certeza que você não deve ter leitura de mitos, fábula e lendas ao redor do mundo; pois, se tivesse, veria que o acréscimo em relatos é uma PROVA de que é uma lenda.

      A partir do momento que você disse que aceita que é um acréscimo, você está admitindo ser uma lenda, porque todas as pessoas que estudam lendas, fábulas, mitos e literatura sabem que os acréscimos SÃO OBRIGATORIAMENTE características das lendas!

      É hipocrisia você dizer que concorda comigo. Na verdade, recaptulando sua frase, se você fosse mais honesto, deveria ter escrito: É ACRÉSCIMO (minha visão) LENDÁRIO (sua visão)!

      Fora isso, não tem qualquer necessidade de você repetir a mesma frase 3 vezes, não sou cego, teria entendido logo de primeira. Iria deletar seu comentário, porque frases repetidas prejudicam meu blog junto ao Google.

      Boa parte de seus comentários não mereceria nem resposta, porque acho que você ou não lê minha resposta inteira, ou se faz de cego, ou não entende, porque quando eu acabo de explicar uma coisa você deixa outro comentário repetindo o mesmo erro.

      O grande motivo de estar lhe respondendo, apesar de seus argumentos serem falaciosos é que muitas pessoas estão lendo as coisas que você escreve e, acredite, o efeito está sendo maravilhoso, pois a cada comentário que você coloca, fica mais claro que os defensores do cristianismo, como você, ficam em saia justa, não respondem o que lhes é perguntado, se irritam facilmente e iniciam a conversa de uma forma que já estabeleceram que, não importa o que aconteça, o relato da Bíblia está correto, sinônimo de mente fechada.

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  5. Pelo contrário,o debate estava muito bom,é assim que eu estava vendo.É muito chato ouvir apenas o ponto de vista de alguém já que este alguém não tem certeza. Uma pena vc entrar no campo pessoal e encerrar desse modo as argumentações.Será que ele respondeu ainda e você não aprovou o comentário dele para encerrar o debate?

    Legale

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    1. Todos os debates ao redor do mundo, em qualquer campo de estudo que seja, são interrompidos por inúmeros motivos. Meu motivo de interromper é que o lado oposto não tinha mais argumentos que acrescentaria mais ao estudo. No seu último comentário, ele repetiu várias vezes a frase:

      “Não é contradição! É ACRÉSCIMO LENDÁRIO (sua visão).”

      Isso é argumento? Parece que ele está lidando com um jumento que não sabe entender a frase de uma só vez; tem que repeti-la inúmeras vezes? É como se ele quisesse vencer o debate no grito e isso já é, em si, a maior prova da errância de seus argumentos.

      As coisas que ele escreve, além de redundantes, não faz o menor sentido. Como pode ser visto dos anteriores que aprovei. Além disso, qual o sentido de debater com alguém que nem ao menos considera a possibilidade de que possa estar errado?

      Eu, posso estar muito bem errado, como estive por vários anos quando era cristão. Continuo debatendo esses assuntos com ateus, agnósticos, deístas e outros. A diferença é que estes, diferente de Clóvis, dizem abertamente, olhando nos meus olhos, que existe sim a possibilidade de estarem errados.

      Os argumentos de Clóvis não são baseados em pesquisas, livros, periódicos. É tudo coisa da cabeça dele, ele não cita ninguém para apoiar seus pensamentos, exceto passagens bíblicos subjetivas e passivas de interpretação.

      Quando você disse:

      "É muito chato ouvir apenas o ponto de vista de alguém já que este alguém não tem certeza."

      Provavelmente você já tem estabelecido na mente que não tenho razão e que meu artigo está errado, pois o único motivo de alguém ler esse debate à baixo e dizer que estava interessante é se for um crente fundamentalista, porque o debate se tornou irritante ao extremo.

      Quando alguém criar uma refutação séria, com referências, com um português bem escrito, algo de valor, mesmo que eu discorde da conclusão fortemente, irei publicar aqui, sem dúvidas alguma, mas comentários frívolos vão pra lixeira direito.

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