sexta-feira, 13 de julho de 2012

CRISTIANISMO, DIVERSIDADE, TEOLOGIAQuantas interpretações da Bíblia existem? Eis uma pergunta bastante difícil de ser respondida! Lembro-me de alguns anos atrás quando entrei em uma livraria evangélica. Milhares de livros, dezenas de periódicos, sem contar a variedade interminável de traduções da Bíblia.

Os apologistas cristãos costumam dizer que a Bíblia é um livro composto de 66 livros que, juntos, são uma obra literária unificada, harmônica de Gênesis à Apocalipse (Cf. A Harmonia da Bíblia — Prova da Inspiração Divina?). Supondo que isso fosse verdade, bem, essa afirmação ficaria restrita apenas à Bíblia, pois, como mencionado no exemplo acima, a diversidade de interpretações dela é sem precedentes.

Penso também nos “Cristianismos” que existem espalhados por ai. Se já não bastassem as denominações, como Adventista, Batista, Assembléia de Deus, Metodistas, etc, temos as ramificações, como Assembléia de Deus “renovada”, “dos últimos dias”, e tantos outros nomes que são criados todo o santo dia.

Na maioria das vezes, esses dissidentes se apartam da Igreja principal devido a discordâncias de cunho doutrinário, bem como de costumes, sem contar as questões de interesse financeiro. Dessa forma, temos milhares de Igrejas cristãs, com diversos ensinamentos sobre Jesus e Sua mensagem que, na maioria das vezes, são conflitantes; bem como diversos livros de ajuda no estudo da Bíblia, cada um com uma interpretação diferente, e, na maioria das vezes, interpretações que colidem com a interpretação de outros cristãos.

Se isso não bastasse, para deixar qualquer marinheiro literário sem rumo, temos as inúmeras versões da Bíblia. Diferente do que muitos pensam, a Bíblia foi escrita em dois idiomas dificílimos, o hebraico e o grego, que são substancialmente diferentes do hebraico falado hoje em Israel e o grego falado hoje na Grécia.

As traduções que temos para o Português deveriam ser chamadas, na verdade, de interpretações, pois os leitores estão lendo aquilo que o tradutor leu em hebraico, ou grego, interpretou, de acordo com vários elementos, como formação, cultura e cosmovisão, e coloco-o em Português.

Não quero dizer que é impossível saber o texto bíblico sem conhecer os idiomas originais, estou dizendo que a própria tradução da Bíblia no seu idioma é uma interpretação, podendo, às vezes, mudar substancialmente o significado dos originais, o que explica as intermináveis correntes teológicas. Nesse caso, interpretar a Bíblia é interpretar uma interpretação de um texto antigo e extremamente difícil.

Se a Bíblia é uma verdade universal, como ela poderia vir em forma de texto, a forma mais subjetiva de interpretação? Se a Bíblia é uma verdade indiscutível, porque sua linguagem há séculos é debatida entre os teólogos?

O Cristianismo está muito longe de ser uma verdade unificada. Desde seu advento, o mesmo sempre foi uma corrente dividida. Nos séc. I e II, havia inúmeras ramificações do Cristianismo: os Docetistas, Gnósticos, Marcionitas, Ebionitas, etc. (EHRMAN, 2003) Cada qual tinha seu “Novo Testamento”, com suas respectivas doutrinas e cada qual se achava a religião verdadeira (EHRMAN, 2005), o Cristianismo puro pregado por Jesus Cristo.

Nada diferente do que vemos hoje. A única forma de Cristianismo que é unitária em sua doutrina é o grupo denominado Testemunhas de Jeová. Com base em 1 Coríntios 1:10 eles buscam doutrinar cada indivíduo com, literalmente, o mesmo conceito teológico que é pregado em qualquer parte do mundo.

Se você perguntar qual o nome de Deus para uma criança TJ brasileira, ela vai dizer “Jeová” e a mesma resposta será dada por qualquer outra criança, em qualquer parte do mundo; ela apenas dirá, obviamente, em seu idioma, Jehovah, Jehová, Iehova, etc.

Isso resolve o problema mais que confuso do Cristianismo? De forma alguma! Isso cria outro ainda mais sério, ao meu ver. Com o objetivo de unificar as doutrinas cristãs, as Testemunhas de Jeová criam um tipo de Inquisição Interna Organizacional, para punir os dissidentes, tornando-se um tipo de Nazismo Teológico.

Apenas um grupo de TJs “ungidas”, que são consideradas o canal de comunicação de Deus na Terra, é que podem escrever e interpretar assuntos relacionados à Bíblia. Dessa forma, qualquer indivíduo que tentar interpretar, dar sua opinião, ou escrever alguma coisa relacionada com a Bíblia, será advertido e, se continuar, será expulso da religião. Essa medida é feita com o objetivo de preservar a unicidade da doutrina.

Em uma de suas publicações lemos:

Primeiro, visto que se deve manter a “unidade”, o cristão maduro tem de estar em união e em plena harmonia com concrentes no que se refere à fé e ao conhecimento. Ele não promove opiniões pessoais, nem insiste nelas, nem nutre idéias próprias referentes ao entendimento da Bíblia. Antes, tem plena confiança na verdade conforme revelada por Jeová Deus por meio do seu Filho, Jesus Cristo, e do “escravo fiel e discreto”. Por assimilarmos regularmente o alimento espiritual fornecido “no tempo apropriado” — por meio de publicações cristãs, reuniões, assembléias e congressos — podemos ter a certeza de mantermos com concristãos a “unidade” na fé e no conhecimento. — Mateus 24:45. (A Sentinela, 1 de Agosto de 2001 p. 14)
Eu fui Testemunha de Jeová, vivi nesse sistema religioso nazista e, como qualquer outro, fui policiado toda vez que abria a boca para falar de algum versículo bíblico. Em favor da unicidade doutrinária, eles sacrificam a liberdade e diversidade humanas, uma das características mais belas de nossa raça. Os adeptos da religião, literalmente, não podem ter opinião própria sobre a maioria dos assuntos da vida humana.

Aceitar o pluralismo é uma característica do pensamento pós-moderno. R. Tarnas comentou em seu livro:
“A busca decisiva pela verdade está obrigada a ser tolerante em relação à ambigüidade e ao pluralismo; seu resultado necessariamente será um conhecimento relativo e falível, em vez de absoluto ou seguro.” (EPO, p. 423)
E depois:
“Não há nenhum “fato” empírico que já não esteja carregado de teorias, não existe nenhum argumento lógico ou princípio formal certo a priori. Todo entendimento humano é interpretação; nenhuma interpretação é definitiva.” (Ibidem, p. 424)
As diversidades e divergências das doutrinas cristãs, ao invés de provar uma verdade universal, são provas de que são puramente humanas, assumindo a forma humana de diversidade e contrariedade. No entanto, penso que uma verdade divina seria igual para todos e em todos os lugares, sem ser, ao mesmo tempo, escravizadora e intolerante.

As Testemunhas de Jeová, buscando estabelecer essa verdade, com base em um livro humano, dando interpretações humanas, criaram uma verdade unificada e, para mantê-la, sacrificam no altar da religião a coisa mais bela que o ser humano pode possuir, sua liberdade de pensamento.

Embora não pareça, eu não sou relativista. No entanto, qualquer ideologia que queira se estabelecer pela força, coerção ou discriminação, deve ser repudiada prontamente. O Cristianismo pode ser admirado como uma manifestação humana e não como verdade divina.



Bibliografia

TARNAS, Richard. Epopéia do Pensamento Ocidental: Para Compreender as Idéias que Moldaram nossa Visão de Mundo, Rio de Janeiro, 7° ed., Bertrand Brasil, 1991.
EHRMAN, Bart. D. O Que Jesus Disse e o Que Jesus Não Disse? Quem mudou a Bíblia e o por quê, Rio de Janeiro, Prestígio, 2005.
____________. D. Evangelhos Perdidos, Rio de Janeiro, Record Ltda, 2008.
WATCHTOWER, A Sentinela, 1 de Agosto de 2001, estudo: Manifeste seu progresso.

7 comentários:

  1. Uma coisa que se ouve os crentes alegarem é que, apesar das críticas a vida de Jesus histórico ou mítico, os ensinamentos do mesmo não são atacados. Na verdade os ensinamentos são tão errados como as alegações. Jesus histórico era uma pessoa pobre, inculta e analfabeta. Um judeu fundamentalista. Não falava outras línguas e não conhecera outros lugares do mundo da época. Nunca quis ou ensinou a pregar aos gentios. Criara-se em uma família de trabalhadores braçais pobres em um lugarejo miserável e irrelevante na época.
    .
    Sua cultura era o AT, que podemos chamar do livro das injustiças tal o número dantesco delas nesta obra. Extermínio de animais e crianças por um dilúvio, a descendência de Abraão é condenada antes mesmo de nascer a quatrocentos anos de escravidão no Egito; Sara é obrigada a se prostituir duas vezes pela improdutividade da terra prometida para Abraão, para não morrerem de fome e na miséria. Moises trucida 3500 pessoas tiradas do cativeiro no deserto e ele mesmo é punido a vagar 40 anos no deserto por ter batido com o cajado na pedra que jorraria água. Deus incentiva os judeus a praticarem genocídios gozosos com os povos que habitavam a terra prometida, purificando a mesma com o sangue de crianças, mulheres e animais que habitam o lugar. É este Deus que o apocalipsista Jesus aprendeu a temer. E que veio a profetizar o fim dos tempos e a vinda do Filho do Homem para iniciar ainda na vida de seus seguidores o Reino de Deus na Terra Prometida. Com pessoas reerguidas em carne e osso. Jesus não prega para o futuro, para a criação de nações e para enfrentar os dilemas do mundo real e futuro. Ele não tem esta fórmula. A sua solução para a humanidade é a solução mágica pelas mãos do Filho do Homem, enviado pelo Deus de Israel para restaurar a riqueza na Terra ao nível da riqueza e o poder do Reino de Davi. Olhai os lírios do campo e as aves do céu. Assim a fome, a pobreza, a moradia, as doenças serão solucionadas milagrosamente neste novo mundo que está na eminência de chegar.
    .
    O primeiro erro é a da noção do perdão incondicional dos pecadores, dos assassinos, dos estupradores, dos pedófilos, dos assaltantes, das prostitutas... de todo tipo e qualquer crime. Mas tem uma grande exceção: a riqueza, a cultura, a prosperidade não terão perdão. Aquilo que uma pessoa miserável vê. Aquilo que ele não tem é a abominação como as uvas eram para a Raposa e as Uvas na fábula de Esopo. Mateus 19:24: “...é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus”
    .
    Esta acepção de justiça é tão absurda que nenhuma nação ou organização a empregou até hoje. Não existe atualmente e nem houve na história uma sociedade que a tenha usado. Nem mesmo tentado. Nem mesmo, e principalmente, a Igreja Católica. Apenas divergir já era motivo para condenar a morte e ao ódio eterno estas pessoas. As mais dantescas e cruéis formas de tortura e de morte foram desenvolvidas pelos cristãos para aplicar aos divergentes, apóstatas e infiéis que transformaria a execução na cruz um ato de extrema piedade com o condenado inocente, culpado de nada. Dizimaram os povos das Américas em nome da justiça de Cristo.
    .
    continua

    ResponderExcluir
  2. O perdão seria dado por Deus que pode enxergar na alma do mal feitor a sinceridade, do bandido, do pedófilo, etc? Mas existe aí algum grau de justiça nisto? Se ele perdoa ao assassino, o que ele dará a sua vítima morta? Se ele perdoa o ladrão, o que ele irá dar ao que foi roubado? Se ele perdoa o pedófilo e o estuprador, o que ele dará em consolo as vítimas destes crimes abomináveis? A obrigação das vítimas perdoarem aqueles que os ofenderam, que as mataram, que se satisfizeram animalescamente em seus corpos e almas!? Se não perdoarem, irão para o inferno. Isto que é a justiça de Cristo? Aos pecadores tudo, as vítimas nada a não ser mais obrigações e carregar a vergonha eterna não reparada. Ainda para torturá-las mais, a obrigação de perdoar! E as obras? (Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; ...). Só para as vítimas são necessárias? Nem o Papa Francisco acredita nisto no momento que ele diz, em justificativa do massacre do Charlie Hebdo pelos terroristas muçulmanos, que se sua mãe é ofendida, que naturalmente se quebre a cara do ofensor, porque somos humanos.
    .
    Estarão sentados no paraíso o ofensor e o ofendido lado a lada como se os dois estivessem quites? O pecador com suas abominações anuladas e a vítima com seu trauma e vergonha eterna conservada (isto se ela tiver tido uma vida de merecimento excepcional, senão nem lá estará), com obras praticadas.
    .
    Por isto que nas religiões orientais, que não aceitam Jesus, a vida eterna é de resgate de dívidas pela reencarnação em busca do aperfeiçoamento. E não a limpeza da ficha por um ato apenas de arrependimento, deixando um rastro de destruição irreparado. O que Jesus pregou foi a impunidade eterna e deseducativa. Não se precisa, no cristianismo, de uma vida justa para ir para o Céu. Como o bom ladrão, basta crer na hora final, no momento derradeiro que a recompensa será eterna?
    .
    Não dá para acreditar nisto.

    ResponderExcluir
  3. Um segundo aspecto a analisar são as promessas jamais cumpridas.
    Todo aquele que crer em mim, fará maiores obras
    “Em verdade, em verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço. E as fará maiores do que estas, porque eu vou para o Pai.
    E farei tudo o que pedirdes em meu nome, para que o Pai seja glorificado no Filho.
    Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei.”
    João 14.14-14
    (como em Mateus 7.7-8; cf. Lucas Lucas 11.9-13 -- "Peçam, e lhes será dado; busquem, e encontrarão; batam, e a porta lhes será aberta. Pois todo o que pede, recebe; o que busca, encontra; e àquele que bate, a porta será aberta.")

    Mesmo que nos deixássemos ser levado pela tolice e acreditássemos sem ver, como gostam os embusteiros, das curas milagrosas de surdos, de cegos, de coxos, da ressuscitação de filho da viúva ou de Lázaro, de pessoas mortas levantadas por Jesus, que o mesmo promete que seus seguidores fariam e jamais foi feito; o que isto impactou, beneficiou a humanidade até os dias de hoje? O que importou para a humanidade a travessia do mar morto por Moises se o povo escolhido foi renegado e escolhido outro? Assim, o que resultou para a humanidade na época de Jesus e nestes longos dois mil anos de fé? Nem mesmo lavar as mão Jesus ensinou ou nos mostrou as causas reais das doenças todas criadas pelo Deus de Israel mesmo, e não por outro. Jesus não conhecia as causas das doenças que afligiam as pessoas, que matava as crianças ou as condenavam a uma vida deficiente, e promete soluções mágicas jamais realizadas para os crentes. Se formos tolos e acreditarmos no que ele fez, beneficiaria apenas aquele punhado descrito no NT. Nenhuma conseqüência para as demais pessoas da época e os bilhões do futuro (Que ele não acreditava que viriam).
    .
    Ao contrário do grego Hipócrates, nascido 400 anos antes, que assevera que as doenças eram provocadas por causas naturais (criadas por Deus) e que seria possível entendê-las e tratá-las, Jesus prega a ação do demônio e a culpa do pecado como causa. Mais antigo foi Esculápio que pode ter existido de fato, vivendo em torno de 1200 a.C.. O mais antigo ainda foi o Egípcio Imhotep 2655-2600 a.C.. Estas pessoas deixaram seguidores e ensinamentos da busca racional do tratamento e da cura. O estudioso britânico Sir William Osler (séc. XIX) disse sobre Imhotep: "A primeira figura de um Arquiteto Médico a surgir claramente das névoas da antigüidade." Isto num tempo anterior ao nascimento de Noé, o parceira na destruição da vida na Terra.

    ResponderExcluir
  4. continuando
    Este, na verdade, é uma prova da falsidade das religiões ao nenhuma delas curar mais do que as outras. Hospitais cristãos, islâmicos, judaicos ou hindus não se destacam por obtenção de resultados melhores um do que outros. Todos dependem da ciência médica para curar e tratar as doenças. Nenhuma delas se utiliza dos porcos para tirar as doenças demoníacas e eles se afogarem no lodo. Nenhuma oração de cada credo faz o sucesso na UTI. A importância dos ensinamentos de Jesus, O GRANDE CONSOLADOR, para a prática médica é nula. Nada do que ele ensinou melhora o tratamento ou o índice de cura de antibióticos ou tratamentos quimioterápicos contra o câncer. Nenhuma epidemia da história poupou cristãos, ou os protegeu mais do que das outras crenças. Nada do que ele pregou leva ao entendimento das doenças, suas causas ou seus tratamentos. Todo o sucesso nesta área dispensa o cristianismo. E o cristianismo não possui nenhuma resposta para as doenças a não ser o complexo de culpa que cria nas pessoas ao se sentirem merecedoras por sofrerem doenças e desastres. Jesus curou tanto como qualquer criatura da mitologia fantástica da sua época ou anterior. Apenas aquilo que o papel aceita. De fato, o cristianismo mais atrapalhou o conhecimento científico e a cultura. Queimou livros e destruiu bibliotecas. Criou lista de coisas proibidas de se ler e de se acreditar. Perseguiu pensadores e cientistas.
    .
    Ficais olhando os lírios do campo e os pássaros do céu e a doença irá te devorar enquanto espera.
    .
    Os evangelhos e as epístolas não incorporaram nem mesmo os ensinamentos de Heródoto, de 400 anos antes, para tornar uma narrativa mais honesta. Nem mesmo o autor verdadeiro é evidenciado, pois mostraria que era um embuste mais facilmente? Deve o autor se omitir pela falta de autoridade sobre que escreve.

    ResponderExcluir
  5. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  6. Outro mito cristão que cai: a virtude da pobreza.
    .
    Pais, filhos e educação
    Simples soluções como melhor qualidade da merenda escolar, motivação no ensino e programas comunitários direcionados para as crianças enriquecem o ambiente de desenvolvimento e ajudam as conexões cerebrais (VEJA.com/Getty Images)

    Um estudo publicado no periódico Nature Neuroscience nesta segunda-feira revela uma forte associação entre a renda e a educação dos familiares e o desenvolvimento cerebral das crianças. De acordo com os resultados, filhos de pais mais ricos e mais instruídos têm cérebros maiores e mais habilidades cognitivas do que crianças mais pobres.

    Pesquisadores de nove universidades americanas estudaram 1 100 pessoas com idades entre três e vinte anos. Os resultados atestam uma forte correlação entre a renda familiar e o tamanho da área cerebral responsável pelo aprendizado. Para chegar a esse resultado, os cientistas analisaram ressonâncias magnéticas do cérebro e resultados de testes cognitivos dos participantes e relacionaram esses exames a sua situação econômica.
    http://veja.abril.com.br/noticia/saude/pobreza-pode-prejudicar-desenvolvimento-cerebral-das-criancas-diz-estudo
    .
    Comunidades ebionitas e os nazarenos foram um erro que deixou mau exemplo e falsa verdade.

    ResponderExcluir
  7. Douglas/Bnei Noach21 de janeiro de 2016 20:50

    Olá!

    Bom, o senhor está se referindo obviamente apenas a cristãos, porém, é fato que a lembrança da saída do Egito é contada de uma única maneira em todo o mundo por mais de 3000 anos. Por outro lado, os judeus estão sim conscientes de que existem vários níveis de entendimento da Torá.

    Quanto ao cristianismo, segundo meus estudos, considero que é impossível que não tenha surgido como um único grupo, que entendo ser o gnóstico (ainda que alguns considerem o cristianismo gnóstico como surgido no 2° século), posteriormente se transformando em diferentes grupos distintos.

    Muito interessante o seu blog.

    ResponderExcluir

Antes de comentar, queira ler os artigos Critérios para se Aprovar Comentários e Respostas à Alguns Comentários. Obrigado pela visita e pela participação!

Comentarios Recentes

Compartilhe este Artigo

Delicious Digg Facebook Favorites More Stumbleupon Twitter

Search Our Site