sexta-feira, 15 de junho de 2012

JESUS, EXISTIU, HISTORICIDADE, IGNÁCIO, PAIS APOSTÓLICOS
Recentemente, o erudito do Novo Testamento e Cristianismo Primitivo, Bart D. Ehrman, lançou um livro intitulado: Did Jesus Existe? The Historical Argument for Jesus of Nazareth. O objetivo principal do livro é mostrar que Jesus, de fato, existiu e não foi inventado, nem mesmo influenciado, pelos mitos de deuses que morrem e ressuscitam.

Eu ainda não terminei a leitura, estou mais ou menos na metade do livro, mas já gostaria de tecer alguns comentários dignos de nota. Para os que já leram outros artigos nesse blog, verá que eu também sustento que Jesus de Nazaré realmente existiu, pregou sua mensagem e morreu pela sua causa. No entanto, as histórias narradas sobre ele nos Evangelhos não têm sustentação histórica, tendo sido passadas e repassadas pela tradição oral por décadas e décadas, até que muito tempo depois alguém colocou por escrito, sendo o mesmo profundamente influenciado pelas características mitológicas de outras religiões.

Bart D Ehrman, apesar de ser agnóstico com inclinações ateístas, como ele mesmo diz no início do livro, mostra várias evidências escriturísticas de que um Jesus histórico viveu, pregou e morreu na Palestina do Primeiro Século.

Apesar de concordar, em parte, com alguns de seus argumentos, outros parecem visivelmente falhos. Tome, como exemplo, o argumento baseado nos Pais Apostólicos. Ehrman diz que o que esses escritores cristãos falaram sobre Jesus é uma prova histórica de sua existência. Um exemplo nesse sentido é Inácio (68-110 d.C). Depois de ser sentenciado à prisão, por causa de atividades cristãs, esse bispo de Antioquia escreveu várias cartas abordando diversos assuntos e, entre um desses, encontramos as seguintes palavras:
Pois vocês estão totalmente convencidos sobre nosso Senhor, que ele era realmente da família de Davi segundo a carne, Filho de Deus segundo a vontade e o poder de Deus, verdadeiramente nascido de uma virgem, e batizado por João, para que toda a justiça pudesse ser cumprida por ele. No tempo de Pôncio Pilatos e o tetrarca Herodes, ele foi verdadeiramente pregado por nós na carne – nós mesmos viemos como provenientes do fruto de seu sofrimento divinamente abençoado – para que através da sua ressurreição, ele possa levantar eternamente o padrão para seus santos e fiéis, seja entre os judeus ou gentios, no único corpo de sua igreja.

Pois ele sofreu todas essas coisas por nossa causa, para que pudéssemos ser salvos, e ele realmente sofreu, assim como ele também verdadeiramente ergueu-se, não como alguns incrédulos dizem, que ele sofreu somente na aparência. Eles são os únicos que são apenas uma aparência, e isso vai acontecer com eles assim como eles pensam, pois eles estão sem corpos, como os daimons. Porque eu sei e acredito que ele estava na carne, mesmo após a ressurreição. (Inácio aos de Esmirna 1-2)
Ehrman usa esse texto para provar que alguém que viveu no século II dá um testemunho escrito e independente de que Jesus realmente existiu e foi uma pessoa histórica que nasceu, cresceu, pregou, sofreu e morreu, contendo, assim, todas as características de um profeta histórico.

O grande problema dessa pseudo prova de historicidade é que temos em nossa frente um testemunho, nada mais, nada menos, que religioso. Ehrman destaca claramente que no texto é dito que Jesus “nasceu”, “sofreu” e “morreu”. No entanto, se estamos levando as palavras de Inácio como verdade histórica, não podemos omitir nada, dessa forma, teríamos também que acreditar que Jesus nasceu “de uma virgem”, sofreu “pelos nossos pecados” e “ressuscitou” no terceiro dia. Não obstante, o próprio Ehrman não crê nessas coisas.

Não estou alegando aqui que Jesus não existiu, estou dizendo apenas que esse argumento ehrminino é inválido para sustentar a existência de Jesus, pois quais seriam os requisitos para o historiador escolher o que é e o que não é histórico em uma afirmação desse tipo?

18 comentários:

  1. Marcel Luis - marcel.vsf@hotmail.com16 de junho de 2012 11:16

    Realmente é complicado isso de pegar apenas partes de argumentos. Isso deve ser feito com parcimônia e nesse caso específico, acredito que a argumentação dele realmente perca um pouco da credibilidade.

    Todo o seu blog é sensacional, cara! Preciso admitir!

    Sou estudante de ciências sociais e entrei em contato contigo através de um e-mail, mas não sei se você recebeu.

    Gostaria muito de ter algumas conversar com você, você poderia entrar em contato comigo? Meu e-mail é o marcel.vsf@hotmail.com

    Forte abraço!

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  2. Olá, obg pela visita. Acabei de lhe enviar um email. Aguardo resposta.

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  3. Não há praticamente nenhuma fonte da Antiguidade (ou de toda a história, alguns diriam, mas prefiro ser parcimonioso) que esteja livre de algum viés quando relata os fatos. Por exemplo, Suetônio, ao relatar as vidas dos imperadores romanos, não nega o status divino que o Estado dava a alguns, relatando inclusive que César após morrer ascendeu para os deuses e uma cura realizada por Vespasiano.

    O mesmo pode ser constatado na literatura judaica do mesmo período. Josefo, mesmo assumindo um modelo de historiografia grega, está completamente imerso em judaísmo, asseverando o cumprimento de diversas profecias do AT ao longo de seus livros. E as fontes rabinícas são tão flagrantemente religiosas que qualquer comentário se faz desnecessário.

    Nenhuma dessas fontes é imediatamente descartada por isso, e não há nenhuma razão para dar aos escritos cristãos um tratamento pior que às outras fontes. A pesquisa histórica competente analisa todos os documentos com os mesmos critérios -- e ela não descarta que Vespasiano existiu porque disseram que ele fez um milagre, apenas ignora esta parte e se foca na figura humana e secular dele.

    A tradição dos primeiros cristãos não deve ser simplesmente ignorada por conter elementos sobrenaturais, uma vez que há elementos puramente naturais junto a eles. Deve-se explicar como essa tradição surgiu, e é isso que os historicistas e miticistas tentam fazer, aqueles buscando mostrar como as tradições sobre Jesus são historicamente sólidas, e estes buscando mostrar como da não-existência de Jesus passou-se a crer em sua existência.

    Paz.

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    1. Olá Rodrigo Ribeiro,

      Seja muito bem-vindo ao blog. Acho que talvez o ponto chave tenha lhe escapado atenção. Eu concordo com você inteiramente. Aceitamos os escritos de Flávio Josefo para entender a história dos hebreus e, no entanto, o mesmo é repleto de misticismo.

      Quando eu disse que esse relato patrístico é uma pseudo prova da historicidade de Jesus, na verdade, queria dizer que ela em si não é uma prova cabal de Sua existência, tanto quanto historiadores gregos citarem Zeus o fazem uma pessoa histórica.

      Eu sou miticista MODERADO. Creio que Jesus, de fato, existiu. No entanto, as coisas que se relatam sobre ele são fábulas. As citações patrísticas podem, até certo ponto, confirmar Sua existência. Apesar disso, uma vez que as mesmas são recheiadas de misticismo, diferente miticismo, eu não as tomaria como provas de Sua existência histórica inquestionavelmente.

      Até mesmo nos casos que você citou, em especial Flávio Josefo, os historiadores tomam muito cuidado na hora de garimpar verdade de mito, fato de fábula, história de lenda, mas, como você bem disse, o que é histórico não deixará de ser histórico porque foi contado de forma mítica.

      Mas, em resumo, concordo com você.

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  4. Graças a uma descoberta arqueológica se sabe que o escrito mais antigo de Novo Testamento é a Epístola de São Paulo aos Tessalonicenses, por volta da primavera de 50 ao verão de 51. Com isso sabemos que o mais antigo credo cristão conhecido é de 54 dC, data da Epístola aos Corintios. Nesta carta São Paulo cita uma série de fatos considerados oficiais sobre a morte e ressurreição de Jesus, inclusive uma série de aparições do Senhor. São Paulo alega que está simplesmente transmitindo aquilo que ele mesmo recebeu. Provavelmente, recebeu tal ensinamento de Pedro nos quinze dias que ficou com ele (cf. Gl 1, 18) e, este último, provavelmente recebeu tal conhecimento do próprio Cristo que após a ressurreição, como afirma São Lucas, manifestou-se aos discípulos por quarenta dias falando das coisas do Reino (cf. At 1, 3).

    Parece improvável que num tempo tão breve, num espaço de vinte anos, houvesse tempo para se introduzirem mitos na fé cristã. Até aí parece que a única grande ameaça de corrupção da fé eram os "cristãos judaizantes" e só.

    Em suma, creio que São Paulo, sabido como era, não iria se deixar levar por uma mentirinha inventada às pressas; se a doutrina cristã não fosse fundamentada em fatos que realmente aconceteceram, creio que seria impossível a realização das missões paulinas.

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    1. Poderia citar essa "descoberta arqueológica"? É consenso que os primeiros escritos cristãos são as epístolas. O que "Paulo cita" como sendo "uma série de fatos considerados oficiais sobre a morte e ressurreição de Jesus", são considerados fatos PELOS cristãos, e o testemunho que Paulo dá tem peso para os cristãos, visto ser ele também um.

      Estou fazendo um postagem muito grande argumentando sobre as aparições do Jesus ressurreto, mas posso adiantar que um cristão dizer que viu Jesus ressuscitado não é bem uma prova da ressurreição, tanto quanto um muçulmano ter visto Maomé ascendendo aos céus.

      A ressurreição, como argumentarei no futuro, não foi criada apenas com base em mitos, os cristãos, de fato, presenciaram alguma coisa e apenas depois moldaram suas interpretações em bases mito-filosóficas, e, nesse caso, surge o que seria mais corretamente chamado de lenda e não mito propriamente dito, visto que a lenda tem como base eventos históricos.

      O motivo de Paulo ter se tornado cristão também será argumentado, e basta-me dizer que, tentando compreender a mente dos povos antigos, conseguimos chegar a uma aproximação do motivo da fé que eles tinham em Jesus ter voltado à vida, a ponto de dar suas vidas por isso.

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  5. Muito interessante o seu blog, realmente chamou minha atenção...tenho um canal no youtube que procuro trazer algumas informações sobre as diversas religiões, assim como você faz aqui...se puder visite, OK?

    http://www.youtube.com/user/TeveFabyo

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    1. Muito obg pelas palavras e seja sempre muito bem-vindo. Vou visitar seu canal, com certeza.

      Abraço!

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  6. Também estou lendo este livro e acho que seus (dele) argumentos são falhos. Por exemplo, Paulo escreve que teve uma visão do Messias que o converteu. Isto é fato histórico? Pessoas realmente vêem deuses ou Deus? Claro que existem milhares de alegações deste tipo na história da humanidade. Mas alguém acredita em alguma delas? (Fora os crentes que acreditam até em pai do céu ou vida eterna). Pessoas ressuscitam ou são ressuscitadas por outros? No entanto Paulo garante que isto também ocorre. Quando ele fala a verdade ou mente? Quando se pode e deve o lavar a sério e quando ele está inventando ou esta se enganando redondamente? Acho problemático crer nisto como prova do homem Jesus. O mesmo se pode dizer do falso Lucas. Quem escreveu? Certamente quem não tinha nenhuma autoridade, credibilidade. Mesmo naquela época autores gregos colocavam ou assumiam o que escreviam, como os pais da Igreja insistem em colocar seus nomes e mencionar as fontes de onde tiraram as versões. Pessoas minimamente sérias faziam isto. Neste texto apócrifo ele não faz nada disto. O autor anônimo envergonhado menciona muitos textos que alega existirem, mas não enumera nenhum. Este é um método de quem frauda ao relatar que se baseou em coisas que não existiam para pregar com uma falsa autoridade, que já seu nome certamente não dava. Que credibilidade tinha estes textos alegados? De onde este grego retirou a genealogia de Jesus? Que fonte utilizou? Qualquer um podia inventar livremente. Tanto que esta família desaparece na mesmo época sem jamais ter deixado vestígio de sua existência. Ele narra Deus falando. Isto é histórico ou tanto inventado como a existência de Jesus. Afinal todos que garantem esta existência também garantem que deus falava e eles ouviam. Quando é pura invenção, mentira piedosa, e quando é verdadeiro. E a maioria dos textos é desta natureza, ou são falsos ou apócrifos. Quais os interesses destas pessoas? Seria diferente de um falsário de hoje em dia? Seria movido por algum outro objetivo indecifrável para falsificar e mentir? Apesar da probabilidade de ter existido algum ser humano que esta invenção se baseia, não dá para provar com isto.

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  7. Nós temos fatos históricos completamente falsos como a morte dos inocentes determinada por Herodes, o recenseamento que não houve nesta época e o mito de que a pessoa deveria ir a sua cidade natal para ser recenseado, nascimento em Belém em uma manjedoura e a visita de Reis Magos. Assim como as miraculosas ressuscitações de Lázaro e o filho único da Viúva, a cura de cegos e do coxo. Portanto textos eivados de falsidades intencionais ou má interpretação. É muito difícil dizer onde começa o falso e se existe algo palpável em toda a narrativa. Se hoje em dia é fácil fazer falsificações prosperarem, como vemos nas teorias de conspiração, mais fácil seria naquele tempo.
    Bart D. Ehrman acredita que Paulo acreditava que Jesus tinha existido. Mas seus seguidores pagãos também acreditavam cegamente sem ter nada de palpável para isto. A crença não é prova da existência. Tanto que os mórmons acreditam na existência nas placas de ouro gravadas pelo profeta Mórmon em metal e enterradas por seu filho Morôni em 421 d.C. no monte Cumorah, no estado de Nova Iorque, jamais vistas.
    É difícil neste terreno falso saber se tem alguma coisa que não afunda. Os egípcios acreditavam que os faraós eram deuses porque lhes soava plausível. E acreditavam da coisas extraordinárias atribuídas a eles porque eram plausíveis em vista desta crença.

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  8. O grande mérito de Ehrman foi fazer de uma falácia um sucesso, pela sua posição diferenciada nesse meio.

    http://www.debatesculturais.com.br/paguei-pra-ver/

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    1. "Falácia" é algo bem subjetivo, o que você chama de falácia é o que é sustentado em toda academia secular...

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    2. E o que é a academia?
      http://cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/paguei-pra-ver

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  9. Deixo um link porque o meu comentário é extenso.

    http://cafehistoria.ning.com/profile/IvanideAraujoMedina

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    1. Obrigado pelo comentário e pela colaboração.

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  10. Olá Eduardo tudo bem? gostei do seu blog! estou adicionando-o aos meus favoritos. Vejo que você também escreveu um livro, que deve ser bem interessante! e que por sinal trata de um assunto que já tenho alguma ideia. Também fiz meu cadastro no clube dos autores com intenção de compra-lo e um outro item que lá encontrei. Pergunta, o site é de confiança e se eu comprar o livro realmente vou recebe-lo? Quanto ao assunto da ressurreição de Jesus, pode ter havido uma verdadeira ''conspiração'' para salva-lo! mas como assim? Olha, ainda anteontem assisti pelo Youtube um documentário sobre a pratica da crucifixão, ou crucificação, e nele foi ''levantado a questão'' do por que Jesus morreu tão cedo na cruz visto que ele ''só'' passou de três a quatro horas nela, e os registros sobre essa pratica revelam que muitos dos sentenciados a este fim passavam até nove dias crucificados para que viessem a morrer. Ernest Renan também já havia falado isso em sua obra 'Vida de Jesus'. Por que falo em ''conspiração''? Porque na passagem do NT, do que é considerado como o primeiro evangelho, Mc Cap.15, do Ver.37 ao 47, Pilatos mostra-se surpreso ao saber que Jesus já havia morrido, por que? será porque ele sabia que agonia dele (Jesus) deveria ter durado mais tempo? então ele pergunta ao centurião se Jesus já havia morrido realmente, e este diz que sim, mas alguns versículos atrás deste mesmo capitulo de Marcos, lemos que este centurião é o mesmo que monta guarda junto com outros soldados do corpo de Jesus e proclama: ''Na verdade este homem era o filho de Deus'' Mc Cap.15 Vers.39; por que este centurião falou isso? seria ele um ''convertido'' seguidor de Jesus? o que digito aqui tem cabimento pelo seguinte, o mitraísmo era uma religião muito parecida com o cristianismo ambos com as mesmas origens e muitas praticas idênticas, segundo evidencias históricas, e em 'Os mistérios de Mitra'' da Madras Editora, é relatado que esta religião era muito praticada pelos legionários romanos, então penso que quando o cristianismo começou a prevalecer sobre as demais religiões antigas, houve uma transição ''natural'' do público mitraico para o crístico visto que ambos eram muito parecidos, e inclusive com membros do exercito romano o aderindo. Então se, esse centurião era um seguidor de Jesus(visto que o próprio NT nos sugeri isso, vide Lc Cap. Vers.1-10) e, este militar pode ter facilitado em conluio com os demais discípulos do povo e José de Arimateia para que ele fosse tirado da cruz ainda com vida, só apenas desmaiado pelo flagelo e demais desgastes físicos devido todo processo que envolvia uma crucificação. Note também, que em Marcos, não diz nada sobre o centurião verificar se Jesus já havia morrido com uma furada de lança, só sua palavra basta, para Pilatos. Ernest Renan também revela que pessoas escapavam da crucificação, pois quando eram retirados da cruz faziam-se com eles rituais de ressuscitação (isso nos leva a pensar se não tinham entrado apenas em estado de coma ou cataléptico), isso, se pararmos para refletir, é o que os médicos atuais fazem com um paciente em estado de quase morte numa sala de ressuscitação moderna de um hospital, não mais com rituais, mas com métodos modernos da medicina. Estou digitando tudo isso principalmente em relação ao centurião, porque li em algum livro de Gerard S. Sloyan, Bart D. Ehrman ou do Próprio Renan, não estou me recordando agora, em que um deles chamou atenção para esse detalhe do centurião, dando a entender tudo isso que digitei aqui, mas claro, isso foi só uma suposição, uma conjectura que nunca saberemos se pode ser a verdade! Valeu, Abraços!

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    1. Olá Samael, obrigado pela visita!

      Pode comprar sem medo algum. O Clube dos Autores é super confiável. Eles te mandam tudo para você acompanhar a chega do livro. Garantido. Agradeço mais uma vez sua visita e seu comentário mais do que pertinente.

      Abraços!

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    2. Valeu pelo feedback cara! no momento mais oportuno comprarei o livro. Também continuarei a prestigiar seu trabalho nos demais tópicos aqui no blog. Quanto ao meu comentário só dei um vacilo porque era pra ter sido postado no tópico de discussão ''A ressurreição de Jesus verdade ou mito?'' e não nesse ''Os pais da igreja e a existência de Jesus'' mas valeu.

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